'Tio do bebê': como Dudu Daibert, cunhado de Richarlison, transformou comentários em sucesso viral

De Tio do Bebê a fenômeno da internet: como Dudu Daibert transformou comentários em viral "Oi, eu sou o Dudu!" A frase abre praticamente todos os vídeos do ...

'Tio do bebê': como Dudu Daibert, cunhado de Richarlison, transformou comentários em sucesso viral
'Tio do bebê': como Dudu Daibert, cunhado de Richarlison, transformou comentários em sucesso viral (Foto: Reprodução)

De Tio do Bebê a fenômeno da internet: como Dudu Daibert transformou comentários em viral "Oi, eu sou o Dudu!" A frase abre praticamente todos os vídeos do influenciador Dudu Daibert, irmão de Amanda Araujo, casada com o jogador Richarlison. Nos últimos meses, porém, foi um outro título que o apresentou a um público muito além dos seguidores: o de "Tio do Bebê". Embora a viralização tenha acontecido em poucos meses, ela foi resultado de anos de produção de vídeos. Antes de ficar conhecido como o "Tio do Bebê", Dudu tentou diferentes formatos, fez uma pausa nas redes e voltou com um conteúdo que impulsionou sua trajetória como criador. Amanda, Richarlison, Richarlison Jr. e Dudu Reprodução/Redes sociais Antes do Bebê Aos 14 e 15 anos, Dudu já produzia vídeos para o YouTube, mas acabava deletando tudo. Foi apenas em 2020, durante a pandemia, que passou a investir de forma consistente na criação de conteúdo para a internet. Nessa primeira fase, seus vídeos eram mais caseiros, cheios de dancinhas e de um personagem meio “caipirês”. Mas ele precisou se afastar das redes para finalizar o Trabalho de Conclusão de Curso da faculdade de cinema. “Eu dizia: ‘Não vou conseguir dar meu melhor em cada coisa, então eu decidi parar’”. Formado em cinema, Dudu voltou a publicar vídeos no fim de 2024. Segundo ele, esse período de estudos foi importante para a fase atual da carreira. “Eu sempre me questionava por que não estava dando certo. Tinha essa coisa: ‘nunca vai chegar minha vez?’. Agora eu sinto que eu estou muito pronto. Estou realmente colhendo os frutos do que um estudo traz e uma pessoa qualificada para esse mercado de trabalho". Dudu Daibert com o sobrinho Richarlison Jr Reprodução/Instagram O fenômeno Bebê Um dos primeiros vídeos dessa nova fase registrava o chá revelação do sobrinho, em Londres. Foi ali que muitos seguidores descobriram que Amanda Araújo, irmã de Dudu, é casada com o jogador Richarlison. “Eu postei e daí todo mundo se deu conta que a minha irmã era Amanda, então meu cunhado era o Richarlison”, lembra. Depois da "descoberta" dessa conexão familiar, Dudu percebeu que os seguidores repetiam a mesma pergunta: por que ele nunca chamava o sobrinho pelo nome, Richarlison Jr.? Ao notar o padrão nos comentários, decidiu transformar a curiosidade do público em um vídeo. Ao lado da irmã, roteirizou uma cena em que fazia graça com a dificuldade de dizer "Richarlison Jr." e acabava chamando o sobrinho apenas de "bebê". A publicação já ultrapassa 12 milhões de visualizações. “Muito do que eu cresci foi porque páginas grandes repostaram. Eu tive que fazer do limão, uma limonada. Assim a história do bebê foi acontecendo”, explica. LEIA TAMBÉM: Richarlison rebate críticas ao nome do filho: 'Ele não vai precisar trabalhar' Entenda a família do Bebê Arte/g1 Além da bolha Os vídeos, que antes circulavam principalmente entre um público ligado à cultura de internet, passaram a alcançar também fãs de futebol e pessoas que acompanham o universo de jogadores e influenciadores. Dudu soma mais de três milhões de seguidores nas redes sociais. Segundo ele, a mudança foi perceptível não apenas nos números, mas também no perfil de quem passou a acompanhar o conteúdo. “Hoje em dia é muito diferente porque existe gente de todos os jeitos: gente que é muito fã de futebol, gente que acompanha esposa de jogador…”, diz. Essa expansão de público também marca a chegada do influenciador a espaços onde, historicamente, criadores LGBTQIA+ tiveram menos visibilidade. “É muito legal conseguir ver a gente em ambientes que antes não nos pertenciam. A gente tinha que lutar para achar pessoas que não fossem heteronormativas — até mesmo pessoas gays que não performassem essa heteronormatividade, no sentido de se portar como um hétero. Acho que está sendo muito legal, ainda mais nesse aspecto do futebol, ver as pessoas conseguindo me enxergar nesses lugares”, afirma. Dudu destaca que “não está quebrando barreiras”, mas dando continuidade a um espaço que outros influenciadores já construíam. “Tem muita gente da década passada que fez um trabalho incrível — Diva Depressão, Põe na Roda. Eles correram para eu poder andar.” Se o “tio do bebê” foi a porta de entrada para um novo público, Dudu já sabe que imagem gostaria de deixar em quem chega agora ao seu perfil: “Eu acho que eu gostaria que ela conhecesse uma pessoa leve, que alegre o dia dela pelo menos um pouquinho. Que ela saia do meu perfil um pouquinho mais feliz do que chegou”, diz. Initial plugin text