Caprichoso destaca a defesa da Amazônia e Garantido exalta a diversidade na 2ª noite do Festival de Parintins 2026

Caprichoso destaca a defesa da Amazônia, e Garantido exalta a diversidade na segunda noite do Festival de Parintins 2026 Mauro Neto/Secom e Lucas Macedo/g1 AM ...

Caprichoso destaca a defesa da Amazônia e Garantido exalta a diversidade na 2ª noite do Festival de Parintins 2026
Caprichoso destaca a defesa da Amazônia e Garantido exalta a diversidade na 2ª noite do Festival de Parintins 2026 (Foto: Reprodução)

Caprichoso destaca a defesa da Amazônia, e Garantido exalta a diversidade na segunda noite do Festival de Parintins 2026 Mauro Neto/Secom e Lucas Macedo/g1 AM O Bumbódromo de Parintins recebeu, neste sábado (27), a segunda noite do 59º Festival. Caprichoso e Garantido voltaram à arena para apresentar o segundo ato dos projetos artísticos em busca do título de campeão de 2026. Primeiro a se apresentar, o Boi Caprichoso levou à arena o espetáculo “O Brinquedo Ancestral Canta: Amazônia – O Chão da Vida”, segundo ato do projeto “Brinquedo que Canta seu Chão”, exaltando os guardiões da floresta, as manifestações culturais amazônicas e os saberes ancestrais dos povos originários. Na sequência, foi a vez do Boi Garantido apresentar o espetáculo “Parintins, Portal da Diversidade”, celebrando a pluralidade dos povos amazônicos, suas culturas, ancestralidade e a convivência harmoniosa entre diferentes tradições. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Caprichoso O Caprichoso iniciou sua apresentação surgindo dos céus em um módulo cenográfico inspirado na fauna amazônica, dando início ao espetáculo da segunda noite do festival. O primeiro grande quadro da noite foi a Lenda Amazônica “Curupira – O Guardião da Vida”, inspirada em um dos personagens mais conhecidos do imaginário amazônico e símbolo da proteção da floresta. Edilson Santana canta a toada histórica “Paixão Azul” junto do boi Caprichoso. Foto: Patrick Marques/g1 AM Foi da monumental alegoria que surgiu a cunhã-poranga Marciele Albuquerque, ao som da toada “Trilha do Curupira”. Na sequência, a item 9 evoluiu embalada por “Cunhã Tribal”, transformando-se em uma onça-pintada e, depois, em uma onça-parda. A sinhazinha da fazenda Valentina Cid também surgiu para defender o item ao lado do Touro Negro, ao som da toada “Rostinho de Anjo”. Na sequência, o Caprichoso apresentou a Figura Típica Regional “Os Pescadores e Pescadoras da Amazônia”, homenagem aos trabalhadores dos rios e aos saberes tradicionais transmitidos entre gerações. Da alegoria surgiu a rainha do folclore Cleise Simas, com uma indumentária inspirada nos botos-cor-de-rosa da Amazônia. O terceiro grande quadro da noite foi a Exaltação Cultural “Festa do Povo da Floresta”, que reuniu manifestações populares, ritmos e tradições amazônicas. Da alegoria, a porta-estandarte Marcela Marialva surgiu voando em uma imensa arara-canindé para defender o pavilhão azul e branco ao som da toada “Estandarte da Nação”. Encerrando a apresentação, o Caprichoso levou à arena o Ritual de Transcendência Asurini – Maraká, inspirado na cosmologia do povo Asurini do Xingu. O quadro destacou a espiritualidade indígena e a conexão entre o mundo material e o universo dos encantados. O espetáculo fechou o segundo ato do projeto “Brinquedo que Canta seu Chão”, reafirmando a Amazônia como território de ancestralidade, resistência e preservação da vida. Marciele Albuquerque se transforma em onças no Festival de Parintins 2026; VÍDEO Garantido O Garantido iniciou sua apresentação com a alegoria “Parintins, Portal da Diversidade”, que retratou a ilha como um território de harmonia e pluralidade. Quando o portal se abriu, o boi vermelho surgiu para iniciar sua evolução na arena ao som da toada “Segunda Evolução”. Em seu segundo verso, amo do Garantido João Paulo Farias exalta a promessa de Lindolfo Monteverde Foto: Lucas Macedo/g1 AM Da mesma alegoria também surgiram a porta-estandarte Jeveny Mendonça, que evoluiu ao som de “Vendaval de Amor Garantido”, e a sinhazinha da fazenda Raíra Lins, que fez sua segunda apresentação no festival ao som da toada “Sinhazinha do Meu Boi”. O segundo grande quadro da noite apresentou a Lenda Amazônica “Kamara”, inspirada na cosmologia do povo Hexkaryana. Da monumental estrutura surgiu a cunhã-poranga Isabelle Nogueira, que representou a onça-mãe espiritual e evoluiu ao som da toada “Deusa Cunhã”. Isabelle Nogueira se transforma em onça 'Kamara' na segunda noite do Festival de Parintins 2026; VÍDEO Na sequência, o Garantido levou à arena a Figura Típica Regional “Coletores da Amazônia – Povo do Jamaxi”, homenagem aos trabalhadores do extrativismo sustentável e aos conhecimentos preservados pelas populações da floresta. Da alegoria surgiu a rainha do folclore Lívia Cristina, anunciada com a tradicional frase “A Rainha Chegou”. Encerrando sua apresentação, o boi vermelho apresentou o Ritual Indígena “Espíritos Guardiões – Ritual Hexkaryana”, que retratou a atuação dos pajés como mediadores entre o mundo dos vivos e o plano espiritual. O pajé Adriano Paketá surgiu da alegoria para defender o item. O espetáculo encerrou o segundo ato do tema “Parintins, Portal do Encantamento”, exaltando a diversidade dos povos amazônicos, a ancestralidade indígena e a convivência harmoniosa entre cultura, natureza e espiritualidade. LEIA TAMBÉM Sinhazinha do Caprichoso, Valentina Cid revela bastidores antes de 'levitar' no Festival de Parintins Cachorro 'caramelo' invade apresentação do Garantido e diverte torcida na primeira noite do Festival de Parintins